A relação de Maria e Zé Luís não atravessa mesmo uma boa fase e ainda pior agora que ele começou a envolver-se emocionalmente com um homem. O militar vai ter muitas dúvidas e não quer aceitar o que sente, mas prepare-se para o que aí vem. Durante uma noite aparentemente normal, uma tragédia quase acontece.

Em casa, o par dorme quando se ouve a campainha da porta. Nenhum deles acorda e Francisco e Constança entram no quarto e avisam o pai que a campainha está a tocar. O publicitário acorda e lembra-se do que Fábio lhe dissera “Sei onde moras e vingo-me”. Nesse instante, ouve-se o som de um vidro a partir e uma pedra entra para o quarto através da janela partida. Mãe e filha gritam, com Francisco a tentar controlar-se. Zé Luís sai então da cama e avisa a família: Deitem-se no chão, não saiam daqui.

De pijama, descalço e com uma espingarda em punho, Zé Luís sai de casa e solta: “Vou dar cabo de ti! Vou-te matar. Aparece!”. Por detrás de uma árvore está Fábio, que se esconde. De repente, coloca-se à frente dele. Os dois trocam olhares profundos, com o rapaz a começar a afastar-se, com receio do que o amante possa vir a fazer. Quando está prestes a desaparecer, o militar aperta o gatilho, mas à última da hora aponta para o céu e faz um disparo, cheio de raiva. Em seguida, deixa-se cair ao chão, a chorar compulsivamente.

Em casa, Maria ouve um tiro e sai para ir ver o que se passa. O filho quer ir atrás dela, mas a irmã pede-lhe que não a deixe sozinha. Ao chegar à rua, depara-se com o marido, de joelhos no chão, a chorar, de arma pousada no chão. Ela atira-se para cima dele, apalpa-o para verificar se foi ferido ou se tem sangue, mas ele tranquiliza-a. “Está tudo bem”, diz ele. Já em casa, os filhos querem saber porque é que o pai tem aquela arma e ele tenta tranquilizá-los, mas a dicussão instala-se.

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