A trama da TVI ainda agora começou e as emoções já estão ao rubro. Falta muito pouco tempo para Pedro descobrir que Antónia é sua mãe. Esta situação vai provocar uma profunda dúvida no milionário, que está prestes a denunciá-la à polícia. Ao ficar a saber a verdade, ele também percebe que, afinal, é irmão de Lourenço, o seu maior inimigo pelo coração… de Clara. Mas os laços de sangue vão falar mais alto e Pedro vai elaborar mais um esquema para o conseguir tirar da prisão, mesmo sem denunciar a mãe. Assim, suborna o juiz e consegue chegar a bom porto. Conta, todavia, ao irmão que Antónia é a verdadeira cabecilha do grupo e, numa espécie de aliança, os dois vão fazer de tudo para se vingar.

Ao saber do que a vilã fez, o médico confronta-a e quase a mata. Amedrontada, a bandida teme que os seus esquemas sejam descobertos e ainda fica pior ao saber que foi Pedro quem ajudou o filho a sair da cadeia. Na manhã seguinte, e depois de não dormir em casa, Lourenço entra e a mãe logo o avisa: “O que é que estás aqui a fazer? Fica quieto! Não te aproximes de mim! Olha que eu grito… Socorro! Ele quer matar-me! Socorro!”, atira. Natália e Joana vêm a correr da sala de jantar e perguntam o que se passa. O médico abraça a malvada e sussurra-lhe ao ouvido: “Não faça fita. Eu não lhe vou fazer mal, por enquanto…”. “Sai daqui! Eu não te quero mais em minha casa. Sai!”, atira. A matriarca pergunta-lhe se está louca e a filha logo riposta: “Louco é o teu neto que me tentou esganar ontem na clínica! Demente! Se não fosse o Pedro Valente a esta hora eu não estaria aqui”. Lourenço tenta tocar-lhe, mas ela continua a afastar-se. “Importas-te de explicar o teu chilique? Já não chega o Lourenço ter passado as passinhas do Algarve na prisão e agora vens tu inventar?!”, atira a idosa, mas Antónia insiste que o filho a tentou matar. Ele sugere que ela conte a verdade, mas a mãe recusa: “Tinham vergonha de eu ter desviado os medicamentos? Pois quem mandava em tudo era a minha mãe, mas deixou-me ser preso sem dizer nada à polícia, não foi mãezinha?!”, constata o ex-namorado de Clara. “É e há provas que vão aparecer para a condenar”, acrescenta. “Eu não sei do que estás a falar, mas exijo que desapareças daqui, de vez!”, ordena ela. “Estás a pôr-me fora da minha casa?”, questiona. “A casa é minha e eu não me vou arriscar com um doido como tu. Deixaste de ser meu filho! E se quando eu voltar estiveres aqui, chamo a polícia!”, ameaça, saindo para a rua. Mas Lourenço ainda a avisa: “Nem pense que se livra de mim! Você vai ser condenada”, atira, saindo atrás dela.

Nervosa, a dona das clínicas conduz e vê no retrovisor que o filho a persegue. Acelera a fundo, mas ele tenta ultrapassá-la e ficam lado a lado, até que surge outro carro de frente e ele tem que se desviar e travar a fundo. Antónia consegue escapar.

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