Nesta quinta-feira, 22 de julho, no programa “Dois às 10”, os apresentadores Cláudio Ramos e Maria Botelho Moniz surpreenderam a autora do livro “O pai que dá estrelas ao filho”, ao revelar que a obra será editada. Dulce Machado, que escreveu uma história de amor e esperança num campo de refugiados na Grécia, esteve nas manhãs da TVI ao lado de Silvia Rizzo

A atriz entrou em contacto com a autora quando fazia pesquisas sobre a situação nos campos de refugiados. “Temos as organizações mundiais que, se realmente tivessem funcionado a sério, hoje não estaríamos a falar desta história” comentou a atriz.

Dulce Machado é presidente da Associação Entremundos, um projeto de apoio à integração e ao acolhimento a refugiados e Imigrantes. A autora contou que o livro, com ilustrações de uma voluntária e uma refugiada, está a ser divulgado nas plataformas da associação, mas ainda não está a ser vendido nas livrarias pois não tem uma editora. Foi quando Maria Botelho Moniz surpreendeu a autora: “Melhor ainda seria se [este livro] estivesse nas livrarias”, disse. A apresentadora então revelou uma mensagem de Luís Rodrigues, da editora Cordel D’Prata, que convidou a associação a publicar o livro sob o seu selo. 

Sabemos que todo o dinheiro que vier depois dessas vendas vai ser bem aplicado, educar quem tem essas idades é a base” comentou a apresentadora. Para além da grande surpresa dos apresentadores, as ilustradoras Carolina Bernardino e Shahd Eltoum, refugiada vinda do Sudão, presentearam Cláudio e Maria com o livro, dedicatórias e ilustrações dos dois. “Sou eu, Shahd, que lindo” comentou Cláudio, bastante emocionado. 

“As pessoas às vezes ouvem a história, ficam sensibilizadas, mas depois vão à vida e esquecem”, disse o apresentador, que pediu aos telespectadores que visitassem a página do projeto, para saberem como ajudar. 

Cláudio comenta que os cidadãos não devem substituir o Estado, mas “cabe a nós fazermos alguma coisa, como a Dulce”. Sílvia Rizzo reforçou a importância de se falar neste tema: “As pessoas não têm noção do que é o sofrimento das milhares e milhares de pessoas que fogem da morte, fogem com as crianças agarradas para fugir da morte, ninguém tem noção disso.”

Terminaram todos de mãos dadas e a combinar ajudar o projeto. “Podemos mostrar o trabalho que se faz lá”, comentou Maria. “É a nossa obrigação”, encerrou Cláudio.

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