Tem 63 anos, é muito charmoso, “caladinho e tímido”, algo que se tem vindo a agravar com a idade, como o próprio assumiu, mas não desiste de encontrar o amor. Aliás, desde que se divorciou, há 17 anos, tem corrido o mundo em busca de novos amores. “Já tinha estado em nove países, mas de 2012 para cá, comecei a viajar mais. Estive em 23 países, em vários continentes”, contou José Luís em conversa com Diana Chaves e João Baião em “Casa Feliz”, ele que esteve na América do Sul, Ásia ou África do Sul.

Segundo apurou a TvMais junto de fonte próxima do alentejano, esta vontade de conhecer o mundo e encontrar amores fora de Portugal começou na República Dominicana, há nove anos. “O Zé Luís conheceu uma rapariga na internet e decidiu ir até lá. Estava muito apaixonado”, começam por nos contar, acrescentando: “Viajou para a conhecer lá e ainda estiveram juntos durante algum tempo. O Zé esteve lá ainda um bom tempo, mas depois aquilo acabou e ele regressou a Portugal”. Com tanta viagem, o agricultor já gastou milhares de euros, para além de ter contas premium em várias aplicações de relacionamentos. Agora, com a participação no reality show da SIC, acredita que vai finalmente encontrar a mulher certa para uma caminhada a dois.

Covidado pela produção

Ao contrário dos restantes participantes desta temporada, José Luís não se inscreveu nem teve ninguém a submeter a sua inscrição. “Fui convidado por uma senhora da Fremantle [produtora do programa], que tem um pesquisador de perfis. Não liguei nada ao convite”, referiu no programa das manhãs da SIC. Surpreendentemente, voltaram a ligar-lhe e acabaram por agendar uma visita à sua propriedade. “Apareceram três senhores da Fremantle na minha propriedade e cá estou eu.”

Agricultor… mas pouco!

Apesar de ter um monte em Monforte, onde decorrem as gravações do programa, não é lá que o candidato reside. “O Zé não vive lá, ele vive num apertamento em Elvas”, refere uma das nossas fontes. A Diana Chaves e João Baião confidenciou que a sua propriedade “é à medida do Alentejo, de Portugal, dá para sobreviver”. E nem lá está todos os dias. “Sou muito organizado, tenho umas vacas e uns sobreiros. A minha rotina diária não passa necessariamente pelo trabalho agrícola nem pelos papéis”, admitiu ainda. “Em suma, tenho uma vida tranquila, sem grande esforço físico, sem calos nas mãos.” Por isso, as suas convidadas terão uma vida santa. “De mim não se espera outra coisa”, promete, deixando ainda claro: “A rapariga que fique comigo não precisa de trabalhar, espero ter meios para lhe dar uma vida suficientemente próspera”.

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