Estreia já na próxima segunda-feira, 14 de setembro, a novela “Amar Demais”. Saiba já quem é quem na nova trama da TVI:

EMA AVELAR BENVINDO (Ana Varela)

“Sou a Ema e quando penso na minha vida percebo que foi muito diferente do que sonhava quando era pequena. Tive um único grande amor mas a vida tratou de nos separar. Casei com outro homem, tive um filho com ele, mas nunca esqueci o Zeca. Encontrá-lo de novo, ao fim de tanto tempo foi… Vocês percebam, eu pensei que nunca mais o ia ver. E quando aconteceu… foi como se nos tivéssemos separado ontem. Há amores especiais assim, que são para sempre. Será que amar demais alguém chega para podermos estar juntos?”

JOSÉ CARLOS “ZECA” GOULART (Graciano Dias)

“Sou o Zeca e acabei de sair da prisão. Não me julguem já: foi por causa de um crime que não cometi. Aceitei ser preso no lugar de outra pessoa, que nunca soube quem é. Eu sei que é errado, mas foi para tentar salvar a minha mãe: ela precisava de um tratamento caro. Se valeu a pena? Não. Dei o nome, mas não me pagaram o combinado e não só a minha mãe morreu, como fiquei preso 16 anos e perdi a mulher da minha vida. O gajo que fez isto que não pense que se safa, que eu vou até ao fim do mundo para descobrir quem ele é e fazer justiça. Por amar demais a minha mãe, estive 16 anos preso por um crime que não cometi, mas não vou descansar enquanto não fizer justiça.”

VANDA GONÇALVES RODRIGUES (Fernanda Serrano)

“O meu nome é Vanda e fiquei viúva por causa de um bandalho que matou o meu marido. O tipo foi libertado agora, antes do tempo, acreditam? Vai-me dar trabalho, mas ele vai ter a paga que merece. Sim, porque não me esqueço que por causa dele fiquei sozinha, com dois filhos a cargo, um deles com uma doença rara. Nunca vou perdoar o assassino do meu marido. É por isso que o vou perseguir até ao fim do mundo, se preciso. Pelo amor que tinha ao meu marido, por sempre o ter amado demais, não vou permitir que o culpado pela sua morte não tenha a pena que merece”

CÉLIA CAMPOS (Sofia Ribeiro)

“Há muitos anos fiz uma coisa que não devia depois de um grande sismo no Faial. Troquei a minha filha morta, por um outro bebé que encontrei. Chamei-lhe Joana. Agora a verdadeira mãe da miúda apareceu, mas eu não vou deixar que ela a leve de mim. Não vou, não! E sabem porquê? Porque a Joana é minha filha, minha!!! Fui eu que a criei. E mãe também é quem cria. Por Amar Demais a minha filha, e para não a perder, vou ser capaz de tudo para esconder um grande segredo do passado que a envolve.”

RAUL BENVINDO (Sérgio Praia)

“Sou o Raul e há muitos anos fiz algo que não devia: matei um homem. Um polícia. Se me arrependo? Sim. Era um puto estúpido e inconsequente. Para não estragar a vida, meti um desgraçado na prisão que se deu por culpado no meu lugar em troca de dinheiro, só que eu não lhe paguei e, à conta disso, a mãe dele morreu. Agora foi libertado, e estou com medo que venha atrás de mim… As pessoas pensam que não acredito no amor, sobretudo a minha mulher. Mas isso não é verdade. Lá porque nunca gostei dela de verdade, nem do meu filho, não significa que não seja capaz de amar. Aliás, se querem mesmo saber, eu tive um grande amor, mas ela deixou-me. Às vezes penso como seria se a vida me fizesse reencontrá-la…”

GABRIEL VILANOVA (Ricardo Carriço)

“O meu nome é Gabriel Vilanova, sou político e tenciono ser o próximo Primeiro Ministro. Sou muito ambicioso e estou disposto a tudo para conseguir o que quero. Sou casado com uma mulher mais velha, mas raramente a vejo, por causa dos meus compromissos profissionais, bem como, pela vida que levo pessoalmente… vocês percebem. Tenho uma paixão secreta pela Carolina, e quando ela se enrola com o Zeca, vou fazer de tudo para que ele volte para a prisão. A Vanda vai ser a minha aliada, com quem mantenho um caso de cama e entreajuda.”

ARNALDO SOARES (João Lagarto)

“Sou o Arnaldo, fiz fortuna com sucata, imobiliário, lixo e mais umas coisas que não posso dizer. Sou o tio do Zeca, o gajo de quem ele fala tão mal, mesmo depois de tudo o que fiz por ele. É isso que me irrita nos mortos de fome, são pobres e mal-agradecidos. Só os palermas é que acreditam no amor… já eu só acredito numa coisa, que o dinheiro, nunca é demais!”

GISELA SOARES GOULART (Carla Vasconcelos)

“Sou a Gisela, a irmã mais velha do Zeca e estou feliz por ele ter deixado finalmente a prisão… Sou dona de uma florista aqui no bairro da Fortuna. Adoro o que faço, mas irrita-me nunca ter recebido um ramo de flores de ninguém. Algo me diz que isso vai mudar e não, não é porque comecei nenhuma dieta. É porque mereço ser feliz. Por amar demais a minha família, vivi mais a vida deles, que a minha. Mas isso não significa que tenha deixado de acreditar no amor.”

EMÍLIA “MI” SOARES GOULART (Dina Félix da Costa)

“Sou a Emília e sou a terceira de cinco irmãos. Adoro todos lá em casa, mas às vezes sinto que nasci na família errada. Ou melhor dizendo, na classe social errada. Ter conhecido o David, que é cheio dele, só me fez ter certeza disso. Mas como é que lhe explico que ele anda a sair com uma morta de fome? Eu sei que não é certo usar as roupas da patroa, nem fazer de conta que tenho a vida dela. Mas se não fosse assim, ele nem ia olhar para mim. Por amar demais um homem, finjo ser rica, quando não tenho onde cair morta”

OLGA SOARES GOULART (Helena Costa)

“Sou a Olga, a irmã evangélica do Zeca. As pessoas acham que só vivo para Deus e para o meu trabalho na mercearia. Mas, se eu pudesse… ahhh… se eu pudesse, não seria bem assim. No outro dia descobri que corre uma aposta aqui no bairro sobre quem é que me tira a virgindade, e fiquei fula. O Sandro e o Fanã vão ver o que os espera. Por ter amado demais um homem, nunca mais quis saber de amores. Preferi dedicar a minha vida à igreja, mas só eu conheço as verdadeiras razões da minha fé”

RUTE SOARES GOULART (Ana Guiomar)

“O meu nome é Rute e sou a irmã mais nova do Zeca. Isto de ser irmã de um ex presidiário é estranho. É mau!!! Sinceramente, acho mesmo que sou a única da família capaz de sair da cepa torta. Não pensem que é porque sirvo às mesas numa casa de fados que não vou chegar longe na vida: isso é de quem não me conhece. Posso não ser a pessoa com mais estudos do mundo, mas tenho uma coisa que os meus irmãos não têm: esperteza. É verdade que também tenho umas dívidas ao fisco, mas para isso logo hei de arranjar uma solução. O meu Fanã vai-me ajudar com isso também. Por amor sou capaz de dar a volta a este mundo e ao outro. Vocês vão ver”

CONSTANÇA GOULART (Filipa Pinto)

“Sou a Constança, a única sobrinha do Zeca e tenho um segredo para vos confessar: embora não pareça, a gorda da casa sou eu, mas como sou magra, ninguém repara. Preferem chatear a minha mãe que mal toca na comida, só porque ela tem peso a mais. É injusto, eu sei, mas é a vida. Trabalho com ela na florista, mas aquilo de que gostava mesmo era de ser modelo. Já viram a maravilha que ia poder ser ter os homens todos aos meus pés: qual dinheiro, qual fama?!? Esperem para ver o que é que eu vou ser capaz de fazer por amar demais?!? Oh… vou mostrar que tenho um coração onde cabem vários amores.”

ANDRÉ “EÇA” QUEIROZ (Nuno Pardal)

“Sou o Eça e sou neto de um livreiro. Sim, o nome é igual ao nome de um autor famoso, mas na verdade é a alcunha por que todos me tratam, porque quando era pequeno passava a vida a ler. Sou o melhor amigo do Zeca desde que ele pôs o pé no bairro da Fortuna, ainda menino, e nunca mais nos separámos, a não ser quando ele esteve preso. Agora que ele deixou a prisão, quer provar a inocência dele, e sabe que pode contar comigo para isso. Eu e ele estamos para a vida, como o Dom Quixote e o Sancho Pança para os livros: inseparáveis e prontos a viver grandes aventuras.”

ULISSES QUEIROZ (Nuno Homem de Sá)

“Vocês acreditam que o meu pai me deu o nome do livro preferido dele? Ulisses? Quem é que tem esse nome? Logo eu que nem gosto de ler. Sou de números, a minha praça é outra. E é engraçado como sempre senti que a minha carreira sempre ficou aquém das minhas potencialidades. Ser demitido do banco, ao fim de décadas de carreira, foi uma facada nas costas, mas agora, e olhando um pouco para trás, foi o melhor que me aconteceu na vida. Por terem posto um tipo mais novo no meu lugar, eu tive de me reinventar e transformei-me naquilo que sempre achei que podia ser: o mastermind das finanças. O Zeca nem sabe a sorte que tem de me ter do lado dele…”

SANDRO SOARES (Miguel Bogalho)

“Sou o Sandro e a minha vida é esta: cortar barbas e cabelos. Nunca quis fazer outra coisa, mas agora o meu negócio está em risco, porque querem deitar abaixo o bairro e se isso acontecer, fico sem o meu estaminé. Como se não bastasse o Fanã, que é o meu melhor amigo descobriu que a Olguinha, por quem sempre fui apaixonado, é virgem, e está doido para… vocês perceberam. Para o impedir tive de fazer uma aposta com ele, para ver quem é que a “conquista” primeiro. Vocês acreditam que ele alinhou mesmo nisto? Eu, que sempre fui um tipo tão certinho, tenho agora a vida virada ao contrário.”

FERNANDO “FANÔ PINTO (Salvador Nery)

“Aqui no bairro todos me conhecem por Fanã. Resolvi investir no turismo ao comprar um tuk tuk, mas o Covid veio atrasar o meu plano de construir um império. Enquanto isso, arranjei uma distração nova: a Olga… Ai a Olguinha… que é pura como um novelo de algodão… Mal durmo desde que descobri isso. Se a Rute descobre arranca-me o couro. É que há uma coisa que vocês não sabem, ela não só é minha namorada, como é irmã da Olga. Eu sei que é mal, mas é mais forte que eu. E não me digam que isto é ser machista, porque eu não concordo nada. Nunca irão encontrar um homem que valorize e deseje mais as mulheres que eu”

DAVID BENVINDO (Jorge Albuquerque)

“Sou o David e há anos que vivia fora do país. Voltei por causa da morte do meu pai e acabei por ficar. Não quis deixar o trabalho de uma vida do meu pai entregue ao sacana do meu irmão Raul, que é um ganancioso de primeira e queria desfazer-se da empresa. Por outro lado, apaixonei-me… e isso fez-me pensar em casar e tudo… só que ela não era bem o que eu imaginava. Sou daqueles que acha que não se pode fazer de tudo em nome do amor. Mentir, por exemplo, dizendo que foi por amar demais. Imperdoável.”

ZEQUINHA BENVINDO (Diogo Dourguette)

“Sou o Zequinha e sou filho do Raul e da Ema. Nasci com uma doença rara, síndrome de Sturge Weber, e tenho muitas limitações. O meu pai acha-me estranho e por isso não me liga. Quando conheço o Zeca, afeiçoo-me a ele, e passo a vê-lo como uma figura paterna, longe de imaginar que ele foi o grande amor da vida da minha mãe. Vivo no meu mundo e, apesar da doença, sou inteligente, e decifro enigmas complicados e comunico, essencialmente, através de desenhos.”

CONCEIÇÃO DOS ANJOS (Estrela Novais)

“Sou a Conceição, mas todos me tratam por São. Tenho saudades do tempo em que eu era uma estrela no parque Mayer e em que eu tinha Lisboa aos meus pés. Tenho tido aí uns problemas de saúde e todos acham que fiquei maluca, e me tornei desbocada, mas não sei de onde é que isso vem. Até porque continuo a tratar aquele bando de “putéfias” que vivem comigo muito bem. Ah, não vos expliquei: as “putéfias” são as irmãs do Zeca que são como família para mim desde que vieram viver comigo quando voltaram do Faial. O Zeca também é um doce, apesar de ter pouca sorte na vida. O que eu sei é que eu e aqueles “cabrõezinhos” todos não passamos uns sem os outros. São a família de verdade que eu nunca tive.”

JOANA CAMPOS (Catarina Rebelo)

“Sou a Joana, sempre adorei o Faial e a vida no mar, mas gosto ainda mais do Fred. Aquela riquinha da Diana ficou convencida que ia conseguir levá-lo para Lisboa sem eu dar luta, mas enganou-se bem, porque o Fred é o homem da minha vida e não o vou deixar escapar assim. Agora… aquilo com que eu não contava era que a ida para o continente levantasse a ponta do véu sobre um grande segredo do meu passado, que pode mudar toda a minha vida. Será que há como perdoar os graves erros da nossa mãe, mesmo quando ela diz que fez o que fez por me amar demais?”

ESTELA CAMPOS (Isabel Figueira)

“Chamo-me Estela e sou irmã da Célia. Vivemos juntas desde que ela perdeu o marido no terramoto do Faial e ajudo-a a tomar conta da Joana. Eu sei que a Joana não é filha biológica da minha irmã e guardo esse segredo até hoje… fomos nós que a salvámos da morte. Se durante tantos anos guardei o segredo da minha irmã ter criado uma filha que não era dela, foi porque a amo demais e nunca quis que ela fosse presa por isso.”

LUÍS GONÇALVES RODRIGUES (Diogo Branco)

“Sou o Luís e trabalho com a minha mãe no Instituto que ela fundou por causa do meu irmão. Ele tinha uma doença rara e o que ainda mais me custa foi não o termos conseguido salvar. Com o instituto tentamos ajudar outros miúdos que passam pelo mesmo, mas aquilo envolve tanto dinheiro que é muito tentador… Ter perdido o meu pai e depois o meu irmão, não foi fácil. Por isso, sempre que deprimo vou às compras. Nisso fui mal influenciado pela minha mãe, admito. Mas a verdade é que me sinto bem melhor. E bom… todos os vícios são caros. Este também.”

PEDRO “PETER” BENVINDO (Joaquim Nicolau)

“Sou o Peter Benvindo e vivi uma grande parte da minha vida em África, onde construí a minha fortuna do zero. Sei que há muitos boatos sobre isso, dizem que fiz coisas horríveis, mas é tudo bullshit. Há aí montes de “bardafuckers” a querer acabar comigo e a querer usar a minha family para isso, mas eu não vou deixar porque, para mim, eles são tudo. You understand? Por amar demais, já fui capaz de fazer belas shits na vida. Por exemplo… ajudar o meu sobrinho a escapar à prisão, quando ele matou um polícia por ser muito crazy. Mas isso não faz de mim uma bad person, you understand?”

MARIA HELENA BENVINDO (Maria Emília Correia)

“O meu nome é Maria Helena, fiz mil coisas nesta vida, mas as pessoas só me conhecem por ser a mãe do Peter: o comendador, como gostam de lhe chamar. Gostava de tentar coisas novas na vida, ainda me sinto jovem, mas depois penso que se deixar o meu filho à solta isso pode dar mau resultado. Às vezes sinto-me culpada, acho que errei na educação dele. Ele fez muita coisa errada, apesar de o achar com bom coração. Ainda hoje me pergunto se ele não tem mesmo nada a ver com a morte do irmão, o Duarte, o meu outro filho… É que o Peter, quando mexem no dinheiro dele, fica cego”

DIANA BENVINDO STANLEY (Matilde Reymão)

“Sou a Diana e desde cedo me preocupo com o ambiente. Fiz da guerra ao plástico a minha vida e criei uma ONG para isso, o que garantiu uma guerra surda com o meu avô, o comendador Benvindo, que é só o dono da maior fábrica de plástico no país. Temos pena!!! Entretanto, numa viagem ao Faial conheci o Fred, que é o miúdo mais giro de sempre, mas que tem sempre à perna uma amiguinha insuportável da ilha, a Joana, que eu acho que está sempre à espera do momento certo para me roubar o Fred. Ela acha que eu não sei o que ela diz, que não passo de uma rica a brincar à proteção do ambiente, mas eu sei o que valho. E nada me vai afastar do meu caminho.”

FREDERICO RAPOSO (Filipe Matos)

“Sou o Fred e o mar, tal como a vida marinha, sempre foram a minha grande paixão. Isto mudou quando conheci a Diana. Perdi a cabeça, resolvi deixar o Faial e ir atrás dela para Lisboa. Mas as coisas não foram bem como eu estava à espera.”

MIGUEL SANTOS COSTA (Ricardo Castro)

“Sou o Santos Costa e há dias em que acordo a meio da noite a sonhar com rabanadas, pudim abade prisco, bolas de Berlim e tudo o mais que seja muito doce que vos possa passar pela cabeça. Chega a ser tortura. E faz-me equacionar se fiz bem de ter posto a banda gástrica. Mas bom, salva-me o trabalho, que é o que me liberta destes pensamentos obsessivos, mas até isso agora está em perigo: desde que morreu o fundador da editora, que os herdeiros só pensam em vender a empresa, sem se preocupar com a importância do trabalho que ali fazemos. Livros, trabalhamos com livros, esqueci-me de dizer. Vocês percebem que não é uma coisa qualquer que se possa descartar assim, como querem fazer. E é por isso que para salvar a editora, eu sou até capaz de mexer no meu passado, que tinha decidido esquecer, e pedir ajuda ao meu pai, que é um bandido famoso no meio, apesar de não gostar de o divulgar, para conseguir dar a volta ao caso. Uma coisa eu garanto: esta editora não vai parar às mãos erradas. Não se depender de mim”

FILOMENA “FILÓ” GONÇALVES (Sofia Nicholson)

“Chamo-me Filomena e se querem saber, há dias em que fico tão farta de levar uma vida sacrificada, que só me apetece perder a vergonha na cara e ser uma rameira como a minha irmã Vanda. Sim, porque eu bem sei que é assim que ela leva os homens na conversa. Dão-lhe tudo, nunca vi igual. Ela faz um sorriso e caem notas do céu, uma vigarista de primeira. Já eu, farto-me de trabalhar, e o dinheiro nunca chega até ao fim do mês. Não mereço, mas a verdade é que nunca tive sorte. Ou melhor, talvez nunca tenha trabalhado a sorte. Será que ainda vou a tempo?”

SALOMÉ CORREIA (Madalena Brandão)

“Eu sou a Salomé e sei exatamente o que é que estão a pensar: mas por que raio é que ela tem aquela roupa vestida? É simples, sou gótica! É um estilo, sinto-me bem assim: sexy, poderosa. E sinceramente, acho que tem tudo a ver com livros. O mistério, o encanto… Por falar em livros, não me via a trabalhar em mais nada. E estou muito fula que agora estão a ver se dão cabo da empresa e a vendem em partes. Aviso já que no que depender de mim, isso não vai acontecer. Há aí um movimento já a formar-se para tentar salvar a editora: o plano é meio doido, mas eu estou dentro, claro. Até porque medo é uma palavra que não conheço.”

EVELINA CASTELO BRANCO (Susana Arrais)

“O meu nome é Evelina Castelo Branco e devem estar fartos de saber quem eu sou. O mais certo é terem algum livro meu aí em casa. Afinal, quem é que não gosta de uma boa história de amor. Há aí uma gente que é má que diz que a minha carreira está acabada, que eu não sei escrever, mas nem eles sabem como estão enganados: que esperem pelo livro que estou a preparar agora… tenho trabalhado dia e noite para o ter pronto. E vamos lá, dizer que estou acabada…deviam sair comigo à rua para verem a quantidade de autógrafos que continuo a dar, e selfies… Estou cansada de selfies. Não me largam com isso. Não é fácil ser famoso! Por amar demais a fama e a carreira sou capaz de fazer qualquer coisa para me reinventar e voltar aos grandes sucessos”

RITA ANTUNES STEVENS (Beatriz Barosa)

“Sou a Rita e passei a minha vida toda em Nova Iorque. Voltei a Portugal depois de descobrir que a minha mãe me escondeu que o meu verdadeiro pai era de cá. Ela diz-me que ele não presta, mas eu tenho de ver com os meus próprios olhos se isso é mesmo verdade. Amei sempre demais um pai que nem conhecia, só por achar que por seu meu pai de sangue iria gostar dele sem questionar. Em nome desse amor, voltei a Portugal, arranjei um trabalho na empresa dele, sem que ele sonhasse quem eu sou, e o pior aconteceu: ele não era nada do que eu imaginava.”

PAULO FERREIRA (Heitor Lourenço)

“Todos me conhecem por Ferreira, tenho uma empresa de catering e sou responsável pelo bar da editora Edições Benvindo. Sou um homem trabalhador, e por vezes com mau feitio, mas não consigo estar aborrecido com ninguém durante muito tempo. Nasci em Trás-os-Montes e vim para Lisboa ganhar a vida, mas não gosto de falar do meu passado, pois também já estive preso tal como o Zeca.”

CAROLINA DE BRAGANÇA BECKETT (Joana Manuel)

“Sou a marquesa Carolina de Bragança Beckett e venho de uma família aristocrata onde nenhuma geração teve de trabalhar até hoje. Mas os tempos mudaram e foi com choque que descobri, depois do meu marido morrer, que estou falida. Não sei o que fazer. Não nasci para trabalhar. Nem a minha avó, coitada, ela vive comigo e merece ter uma vida boa até ao fim. Esta semana fizeram-me uma proposta doida: dizem que volto a ter a vida do antigamente se casar com um pato bravo chamado Zeca, que fez fortuna sei lá como. Parece que ele quer limpar o dinheiro. Não me parece bem. Por outro lado, tenho de confessar que o achei giro… e isso interessoume. A minha avó não pode saber, mas estou farta destes aristocratas feios que me têm saído. Já merecia um giro para variar.”

CONDESSA ANTONIETA DE BRAGANÇA (Lia Gama)

“Podem tratar-me só por senhora Condessa que eu não gosto de dar confiança a plebeus. Se bem que me têm ensinado umas coisas que tenho achado interessantes. Por exemplo, fizeram-me descobrir os tremoços, coisa que nunca tinha passado por esta nobre boca: um pecado vulgar a que não consigo resistir. Ah… e as minis?!? Meu Deus, como é que vivi tantos anos sem esses prazeres simples da vida? É claro que se alguém disser que me viu em convívio com esta gente, nestes preparos, eu juro até à morte que é tudo mentira. Era a vergonha. Mas a verdade, é que, cá entre nós, sinto-me muito mais leve e jovem desde que esse povão entrou na minha vida”

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