Quando tinha apenas 4 anos, Li Jingwei foi raptado da aldeia onde vivia, na província chinesa de Yunnan. Contudo, e como a esperança é sempre a última a morrer, conseguiu reencontrar a família, 33 anos depois de ter sido levado e vendido a uma rede de tráfico de crianças, graças a um mapa que o próprio desenhou, focando-se na memória que tinha do local e partilhado numa rede social. “Trinta e três anos de espera, inúmeras noites a ansiar por isto e finalmente um mapa desenhado à mão de memória, este é o momento da libertação perfeita”, escreveu Li no seu perfil no Douyin antes do reencontro promovido pela polícia local.

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