Catarina Furtado, Clara de Sousa e Fernanda Serrano registaram o momento com uma selfie

Na 8ª edição dos Prémios Cinco Estrelas foram muitas as personalidades, produtos e marcas distinguidas, entre elas três mulheres dos diferentes canais. Clara de Sousa foi reconhecida na categoria jornalismo. “Neste mundo perigoso em que estamos, é importante termos bom jornalismo e bons jornalistas. Sei que há prémios muito importantes em que há um júri que faz essa seleção, mas quando é um reconhecimento do público esse valor é redobrado. É a garantia que as pessoas seguem o nosso trabalho e que estão satisfeitas com ele”, revela a pivô da SIC, acrescentando: “Sinto muito o carinho das pessoas, não só pelo jornalismo mas porque tenho um hobby [culinária] que toca muitas pessoas e me aproxima muito delas”.

Já a atriz, que podemos podemos ver na novela da TVI “Quero é Viver”, recebeu o troféu séries e novelas. Fernanda Serrano fez-se acompanhar à entrega de prémios com o namorado, o treinador pessoal Ricardo Pereira. “É especial por ser um reconhecimento vindo do público e, na verdade, é para ele que trabalhamos no dia a dia. Sem público esta profissão não serve de nada. Para isso representamos lá em casa em frente ao espelho como fazíamos quando éramos crianças. Sem público não existem artistas”, afirma a estrela com 28 anos que carreira: “Se voltasse atrás tomava a mesma decisão. Ainda me apaixona o desafio constante, o facto de achar que não sei nada e que ainda tenho tudo por melhorar”.

Catarina Furtado, Clara de Sousa e Fernanda Serrano

Catarina Furtado tornou a ser premiada na categoria solidariedade. “O facto de ser na área na solidariedade e não na comunicação tem um sabor ainda mais especial. Porque é uma continuação da minha condição de cidadã e de mulher”, conta a apresentadora da RTP, que celebra 23 anos como embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População. Em relação à guerra na Ucrânia, a presidente da Associação Corações com Coroa confidencia: “Estamos em contacto com organizações que estão a fazer o acolhimento e integração de muitas mulheres e crianças. Custa muito o que estamos todos a ver. Tenho a convicção de que se fossem as mulheres a mandar não havia guerra. Nós não mataríamos os nossos filhos”.

Veja o que disseram as três ao Holofote.pt no vídeo em baixo!

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