São bastante diferentes, mas por isso mesmo é que há quem diga que “os opostos se atraem”. Cláudio Ramos e Maria Botelho Moniz (que celebram 1 ano do programa “Dois às 10” a 4 de janeiro) aceitaram o desafio e estiveram à conversa com o Holofote.pt, onde revelaram em exclusivo como celebram a passagem de ano. Desde as tradições, aos rituais de cada um à meia-noite, nada escapou e eles contam-lhe tudo. “Tenho de ter uma cueca azul e dinheiro na mão. Se não tiver uma nota pode ser uma peça de ouro ou uma coisa de mais valor. Não gosto das passas, mas como doze pinhões ou nozes e peço um desejo por cada uma. Com certeza! Estas três coisas tenho de cumprir. É tudo feito ali nos últimos minutos do ano. Começar a contar as passas, buscar uma nota, subir para o sofá. Neste aspeto, o Cláudio é muito mais organizado do que eu”, conta a apresentadora. Bem diferente (e muito mais preparado para a meia-noite!) é o colega, que, este ano, estará a trabalhar na grande final de “Big Brother”, em direto. “Não sou como a Maria. Para mim, passas são passas, pinhões são pinhões. Tenho de ter sempre uma notinha em baixo dos pés. E essa nota vai para a carteira logo a seguir. E fica alá o resto do ano. Não gasto”, assegura Cláudio Ramos, acrescentando ainda: “Não gosto de passagens de ano. Posso passar tranquilamente sozinho casa, não me faz confusão nenhuma. Se for trabalhar é um pretexto para sair de casa. Celebro, claro, e não me deito antes da meia-noite. Mas não vivo a euforia da passagem de ano. Para mim, a mudança de ano é no meu aniversário”.

Assista ao vídeo em seguida!

Quantos aos desejos que pedem na noite de 31 de dezembro, Maria Botelho Moniz pensa-os no momento. Enquanto o amigo e colega tem uma lista previamente escrita e bem organizada no telemóvel. “Tenho tudo preparado antes da meia-noite. Escrevo no telemóvel os doze desejos para não me esquecer. Vou lendo e comendo as passas. Para não me enganar. Tenho ordem! A primeira coisa é saúde. E a passa dois: ‘Para mim e para os meus’. Depois a passa três: ‘Para mim, para os meus e para os meus amigos’. Depois peço trabalho. Imaginem que quero escrever um livro: ‘Que eu consiga escrever o livro’. Ou que gostava de apresentar determinado programa, então peço: ‘Que eu consiga apresentar aquele programa’. Ou caso queira fazer uma viagem… Tenho tudo escrito de forma criteriosa até aos doze”, revela o alentejano. Maria Botelho Moniz quis ler essa lista que o colega tinha já preparada no seu telemóvel. “Deixa-me lá ver isso… ‘Saúde, muita. Felicidade da [filha] Leonor, sempre’. Então e eu não estou aí?”, questionou. “Como não?! Vê lá o desejo número 4”, respondeu Cláudio. “Ah, pois estou! (risos)”, concluiu Maria. Para a apresentadora das manhãs da TVI o mais importante mesmo é que o novo ano que se avizinha lhe traga “trabalho e saúde”.

Uma passagem de ano que não esquecem!

Maria Botelho Moniz:
“De 1999 para 2000 [tinha na altura 15 anos]. Éramos umas 15 raparigas adolescentes e fomos todas sozinhas para uma casa. Depois estivemos em Vila Nova de Mil Fontes. Foi muito divertido. Dançámos muito”

Cláudio Ramos:
“Já passei em Madrid, Barcelona, Paris, Amesterdão, Cabo Verde, Porto. E adorei! Mas porque estava lá nesses sítios”

As principais diferenças entre eles:

Cláudio:
Come 12 passas e pede um desejo por cada uma. Só usa cueca branca ou preta (as únicas cores que tem em casa!) e mete uma nota por baixo do pé, que depois guarda na carteira o resto do ano. Não pode sentir os pés apertados.

Maria:
Não gosta de passas e troca por 12 pinhões ou nozes. Usa sempre cueca azul e tem de ter uma nota ou uma peça valiosa na mão. 

Cláudio:
Não liga à passagem de ano e não se importa de celebrar sozinho em casa. Este ano vai estar a apresentar a final de “Big Brother”.

Maria:
Gosta de estar com amigos à meia-noite. A sua passagem de ano preferida foi com um grupo de amigas em 1999. Este ano ainda não sabe onde vai estar, mas certamente ao lado do namorado, Pedo Bianchi Prata.

Cláudio:
Faz previamente uma lista de 12 desejos que tem escrita e devidamente ordenada no telemóvel. Vai lendo e comendo. Pede um desejo para a colega Maria Botelho Moniz na passa número 4

Maria:
Pensa nos desejo só nos últimos segundos, faz um breve balanço do ano que termina e sobe para sofá. “Trabalho e saúde” são o principal

O que mais desejam para 2022:

“Materialmente não preciso de nada. Agora, com 48 anos, só desejo saúde e trabalho. E ter os meus com saúde à minha volta. Depois, pode ser uma viagem boa. Nós estamos bem, somos privilegiados. Até é um pecado queixarmo-nos de alguma coisa.”
(Cláudio Ramos)

“Se em 2022 tudo se mantiver igual, eu sinto-me ótima e feliz. Não peço mais nada de grande. Não quero mexer”
(Maria Botelho Moniz)

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