Tony e Sara Carreira

De acordo com o processo de investigação à morte de Sara Carreira, o sinistro começou com a paragem do carro conduzido por Paulo Neves, que tal como consta no despacho da acusação do Ministério Público, circulava em plena A1 com uma velocidade entre os 28 km/h e os 32 km/h com uma taxa de alcoolemia de 1,18 g/l. Questionado na mesma altura que os restantes arguidos neste caso, disse que seguia “numa marcha normal, circulando a uma velocidade moderada, cerca de 60/70/80 km/h”. O condutor afirmou também que realizava a viagem em questão, “diariamente, há cerca de 20 anos”. No seu depoimento, Paulo Neves “admite ter ingerido bebidas alcoólicas no dia do acidente, tendo consumido, juntamente com outra pessoa, uma garrafa de vinho enquanto lanchavam” e perguntado “se tem por hábito a ingestão frequente de bebidas alcoólicas, respondeu que apenas consome vinho à refeição”. O investigador da GNR questionou Paulo Neves sobre o porquê de iniciar a marcha sabendo que tinha ingerido bebidas alcoólicas, ao que o mesmo respondeu que “se sentia bem, não notava em si qualquer influência do estado de álcool e nunca supôs que iria acusar uma TAS positiva”. 

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