Nesta quinta-feira, dia 29 de julho, Rui Maria Pêgo entrevistou Júlia Pinheiro no programa “Era o que faltava”, da Rádio Comercial. O radialista já havia surpreendido a mãe com uma entrevista em 2019, no programa “Júlia”, da SIC.

A entrevista começou descontraída, com os dois a chamarem-se por “mãe” e por “filho” e, em determinado momento, Rui pergunta qual tinha sido o programa que Júlia mais gostou de fazer. “Noite da Má Língua” foi a resposta. O programa estava no ar na década de 90 e “a própria ideia [do programa] era um perigo”, declarou a apresentadora.

Júlia comenta também que o programa fazia muitas críticas à época, mas mesmo assim havia liberdade para o fazer: “A equipa nunca foi censurada. Nunca fomos pressionados. Foi, de facto, aí que cresci muito “, disse. “Era uma independência, honestidade e sensação de liberdade como raramente tive”

Rui perguntou ainda a opinião da mãe: “os jornalistas estão mais moles?”, ao que esta respondeu: “Não, não acho que [a informação] está mais mole, a informação por vezes não propõe como reflexão nas suas perguntas aquilo que é mais importante. Temos excelentes jornalistas e excelentes pivôs”.

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