De olhos marejados e visivelmente triste, Liliana Campos não escondeu que o “Passadeira Vermelha” desta segunda-feira, 22 de Junho, se deu “num dia triste” para si. Totalmente dedicado a Pedro Lima, o programa começou com uma mensagem muito especial da apresentadora, que quis deixar um alerta. “Não há culpados quando existe uma situação como a que o Pedro estava a viver. O Pedro não é culpado, os amigos não são culpados, a Anna e os meninos… Se não tiver nada para dizer, não escreva isso, porque pode estar a causar uma dor enorme a quem está do outro lado. Já basta o que basta, toda esta tragédia, tudo o que está a acontecer”, começou por referir, denunciado ataques constantes aos filhos do ator. “Queria pedir também às meninas da escola, aos coleguinhas da Mia, da Ema que pensassem. Estas crianças que acabaram de perder o pai estão a receber mensagens a dizer que ‘é bem feita perderem o pai’. Isto é terrível para uma criança que ainda não sabe minimamente o que a espera. É um trauma que vai carregar para o resto da vida.

Está em casa veja o que os seus filhos fazem. São crianças ou pré-adolescentes já com muita maldade intrínseca”, afirmou, insistindo: Não sejam maus para aquelas crianças que estão a sofrer horrores”.

A apresentadora da SIC respondeu também a quem questionou onde estavam as pessoas próximas ao malogrado ator num momento tão complicado. “A família e os amigos do Pedro estiveram sempre, sempre lá. E é muito injusto para os filhos dele chegarem às redes sociais e à Internet e verem a família acusada de tudo o que aconteceu”, admitiu. A pedido da companheira de Pedro Lima, Liliana Campos esclareceu também que “não havia problemas financeiros. O Pedro estava preocupado, como todos nós estamos preocupados com tudo o que aconteceu nesta era pós-covid. Estava doente. A depressão é uma doença que tem que ser tratada. Não é um capricho, nem ninguém está maluco”, acrescentou, reiterando que o seu compadre (Liliana é madrinha de João Francisco, o filho mais velho do ator) tinha muitos amigos “ricos, pobres, e que estavam dispostos a dar a vida por ele e que lhe emprestariam o dinheiro que ele precisasse”. “Isto não foi uma questão de falta de amigos. Foi uma questão do Pedro, da cabeça dela”. A terminar, elogiou o amigo. “Ele era o melhor pai do mundo, o homem mais apaixonado, o amigo mais querido, um excelente profissional, um gentleman, um homem à antiga. já não se fazem homens assim. é dessa forma que peço para se lembrarem do Pedro”, pediu.

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